domingo, 28 de dezembro de 2014

A historia

 A Divina Cevada
Todo mundo sabe que a CERVEJA é uma bebida feita a partir fermentação de cereais e que depois da água e do chá (existem pessoas que bebem isso?) é a bebida mais consumida no mundo, mas o que algumas pessoas confundem um pouco sobre a sua criação. Acredita se que foi a primeira bebida alcoólica inventada pelo homem, 6.000 anos A.C. na Mesopotâmia, em um período entre o Neolítico e a Idade dos Metais em algum lugar entre o Irã e o Iraque.
            A produção da cerveja foi relatada e regulamentada na Estela de Hamurabi (que esta no Louvre) e data 1760 A.C. E a coisa era seria, tão seria que quem não respeitasse era condenado a morte. Existiam leis de comercialização, fabricação e consumo da cerveja, relacionando direitos e os deveres dos consumidores. Funcionava mais ou menos assim: existia uma cota diária de cerveja para o povo: 2 litros para os trabalhadores, 3 para os funcionários públicos e 5 para os administradores e o sumo sacerdote. O código também impunha punições severas para os taberneiros que tentassem enganar os seus clientes.
Os arqueólogos ainda afirmam que existiu uma menção no Hino a Ninkasi, a deusa da cerveja, de que os sumérios já produziam a bebida.
Mas foi na Babilônia que a variedade entrou em alta, dá-se conta da existência de diferentes tipos de cerveja, originadas de diversas combinações de plantas e aromas, e o uso de diferentes quantidades de mel.
Anos depois no Egito, a galera mais popular (povão) que não tinha Dim Dim para comprar vinho, aderiu a uma bebida trazida por algum mesopotâmio.  A prova disto esta em hieróglifos e outras obras artísticas que confirmam o gosto popular pelo henket ou zythum, apreciado por todo mundo. Dizem as más línguas q um dos faraós (Ramsés III) era chegado na loira   e era conhecido nos bares  e casas noturnas egípcias Como o Faraó Cervejeiro Chegou até a pagar a conta para os sacerdotes do Templo de Amon  (não confundir com Amon Amarth, a banda ).
Ai veio o Império Romano, que no começo escravizava o povo e tomava cerveja, mas, depois da Republica Romana, em uma jogada de marketing, o vinho destronou a cerveja como a bebida preferida, e quem bebesse Cerveja, naquela época, era considerado bárbaro.
A cerveja teve alguma importância na vida dos primeiros romanos, mas eles ainda assim preferiam o gosto oriundo de “Baco”.
Com o Cristianismo, e na Idade Média (não confundir com Terra Média) vários mosteiros fabricavam Cerveja e, como alquimistas, faziam experiências com varia ervas aromatizantes, até que um monge do Mosteiro de San Gallo, na Suíça resolveu fazer colocou o lúpulo para dar o gosto amargo da cerveja e para preservá-la, e deu certo.
Mas com a Bebida já difundida, os povos do norte também criaram o seu modo de fabricar.Os Vikings, por exemplo, tinha uma particularidade, cada família tinha sua própria vara de cerveja que eles usavam para agitar a bebida durante a fabricação. Estas varas de cerveja eram consideradas herança de família, porque era o uso da vara que garantia que a cerveja daria certo.
Na Alemanha de 1516, os únicos materiais permitidos para fabricação de cerveja, era malte, lúpulo e água. Com a descoberta do fermento em 1860 por Louis Pasteur, a lei teve que mudar.

Hoje, existem cerca 150 tipos de cerveja que tem diferenças de material utilizado na fabricação ate a forma como é fabricado, mas isso é assunto para uma próxima conversa.

Nenhum comentário:

Postar um comentário